Taru Andé | Cia. Lunares (2019)




Sinopse:

O escuro do dia escuro. O breu. Taru Andé, na língua krenak, é um termo que exprime “o movimento que o céu faz ao encontrar com a Terra” e que causa agonia e aflição. É também o nome do ritual que envolve canto e dança no qual esse povo afirma sua própria identidade diante de um mundo avassalado por uma versão funesta de futuro. A alegria do encontro e a arte provocam o movimento contrário e mantém o céu em seu devido lugar. 
Em Taru Andé – Que tragédia é essa?, a Cia. Lunares dança algumas das distopias constitutivas e outras atuais do povo brasileiro, mas o faz como denúncia. E também para encontrar, em meio às tragédias cotidianas, os afetos alegres, o sagrado da natureza e a força humana que nos garantirá a possibilidade de resistência, de entusiasmo pela existência e de amor por todas as formas de vida.
A montagem assinala também a formatura da Turma III no Curso Profissionalizante em Dança da Escola de Artes Augusto Boal.



Elenco: Allan Vinícius, Carla Ramos, Juliana Viana, Léo Rodrigues, Triz Oliveira.
Direção: Cibele Ribeiro  
Figurinos, cenário, adereços: Cia. Lunares 
Preparação Vocal: Izabel Brasil
Desenho de Luz: Paulo Gabriel Almeida e Victória Maciel
Operação de Luz: Letícia Fontes e Victória Maciel
Operação de Som, Sonoplastia e Fotos de Ensaio: Cibele Ribeiro
Fotos de palco e edição de imagens: Samuel Márcio






Alma | Cia. Odara e Cia. Lunares (2019)



Sinopse: O espetáculo se debruça nos diferentes universos singulares de cada bailarino para desvendar um pouco de suas almas. Mas faz isso não do ponto de vista dos indivíduos solitários, atomizados, fragmentados, pois repensa a alma como sede dos afetos, dos sentimentos, da expressão única de cada ser humano, do entusiasmo e do arrebatamento. Fala da intimidade e da infinidade de processos pessoais que se interconectam numa realidade maior e sistêmica, de cooperação, intuição, integração, auto-organização e conexão. Conta sobre uma vasta e intrincada rede de relações, a “teia da vida” que nos une, seres humanos e universos macro e microscópicos. E que tudo o que fazemos à teia, fazemos a nós mesmos.

Elenco: Alan Vinicius, Aline Steklain, Carla Ramos, Janaina Jara, Juliana Viana, Jura do Pote, Léo Rodrigues, Pedro Guilherme, Raissa Figueredo,Triz Oliveira.
Direção: Cibele Ribeiro
Figurinos, cenário, adereços: Cia. Lunares e Cia. Odara
Iluminação: Fernanda Alves, Júlio Cézar, Letícia Fontes, Paulo Gabriel Guedes Rapassi
Sonoplastia: Cibele Ribeiro
Fotografia: Gabriella Zanardi

                                 

Serviço:
25 de Julho – Quinta às 19:30h
26 de Julho – Sexta às 19:30h
Local: Escola de Artes Augusto Boal
R. Casemiro de Abreu, Jardim Amanda II, Hortolândia; telefone: 3819-0518
Duração: 1h

Gratuito

Os ingressos serão distribuídos com 1h de antecedência.

Co-mova-se | Cia Lunares





Sinopse: Performances pautadas nos estudos sobre a improvisação em dança tomada como composição instantânea. Deriva de processos de experimentações e pesquisas sobre criação imediata de elementos coreográficos. Parte de métodos da improvisação em Dança Contemporânea, mas se deixa influenciar também pelas propostas e procedimentos da improvisação das mais diversas influências. Pretende explorar os aspectos composicionais que se pode mobilizar através de trabalhos criativos e corporais que abordam o aumento do repertório corporal e cênico dos aprendizes, questionando técnicas e estéticas pré-concebidas no universo da Dança. 


Ficha Técnica:

Bailarinos-criadores: Allan Vinícius, Carla Ramos, Jack Dorr, Juliana Viana, Jura do Pote, Léo Rodrigues, Raissa Figueiredo, Neia Rodrigues, Tom Júnior, Triz Oliveira

Direção: Cibele Ribeiro

Desenho e operação de Som: Cibele Ribeiro

Desenho e operação de luz: Matheo Ferreira e Matheus Sousa

Fotografia e filmagem do espetáculo: Marcelo Santa Rosa

Imatéria (2017)




Ficha Técnica
Concepção, pesquisa e atuação: Cibele Ribeiro
Músico: Phelipe Agnelli
Iluminação: Daniel Damata
Fotografia: Jônia Guimarães

Sinopse
“Imatéria” é uma intervenção cênico-musical que dialoga com espaços arquitetônicos e paisagens naturais. As performances são inspiradas na geometria sagrada e derivam de uma noção cartográfica do encontro da dança com o espaço e a música construindo tempo, espaço e dimensões. Traz à tona um desejo de conexão com elos perdidos entre o moderno e o ancestral e dialoga com os estados mais profundos do ser.

Press Clipping


"365" - Grupo Exocorpus (2017)




Ficha Técnica
Bailarinos-criadores: Bia Garcia, Felipe Alves, Iara Medeiros, Jayne Souza, Nick Granado 
Direção: Cibele Ribeiro
Iluminação: Matheo Ferreira, Suelen Cristine e Thairine Barbosa
Coordenação de iluminação: Gisele Jorgetti
Operação de som: Cibele Ribeiro
Imagens da projeção: Cisco Vasques e Google
Figurinos e cenário: Grupo Exocorpus
Fotografia: Cisco Vasques
Filmagem: Marcelo Sta Rosa
Artes Gráficas: Matheus Sousa


Sinopse
Vida cotidiana, trabalho, relações históricas, políticas e sociais, mas também pessoais: afetos, conflitos e atitudes nos compõem e se refletem nos corpos e na maneira de existir de cada um de nós.
Corremos tanto atrás de quê? O que criamos? Para que lutar?
A partir dessas e outras reflexões, o Grupo Exocorpus desenvolveu a pesquisa para essa nova criação. O que o passar do tempo, nos 365 dias do ano, gera em nós? Em quem estamos nos transformando?

Press Clipping:

Nada Perder do Infinito – Cia. Les Débouches (2017)



Ficha Técnica:
Bailarinos-improvisadores: Aline Steklain, Ana Laura Nascimento, Barbara Maturana, Giulia das Neves, Israel Nunes, Janaina Jara, Pedro Silva, Thai Oliver, Thayna Ferreira , Wemeli Camila.
Direção: Cibele Ribeiro
Iluminação: Jayne Sousa e Felipe Alves
Operação de som: Cibele Ribeiro 
Figurinos e cenário: Cia. Les Débouches
Fotografia: Mariana Heffer Pessôa


Sinopse
A performance propõe exercícios cênicos pautados nos estudos práticos e reflexões sobre a Improvisação em dança tomada como composição instantânea. A atuação deseja constituir espaços-tempo de experimentação e criação coreográfica em busca da potência do corpo e da descoberta de novos modos de se movimentar, ampliando possibilidades de aprendizado e questionando técnicas e estéticas.



Configurações Provisórias - Grupo Exocorpus (2016)




Ficha Técnica
Direção: Cibele Ribeiro
Coreografia: Grupo Exocorpus
Elenco: Bianca Leal, Felipe Alves, Iara Medeiros, Jayne Souza, Nick Granado
Desenho e operação de luz: Simone Rodrigues e Giovanna Campos
Fotos: Thomas BF

Sinopse
O grupo leva à cena os resultados coreográficos do laboratório que teve a palavra “origem” como seu principal norte. Aproximações com nosso local de nascimento, emoções, cheiros, gostos, objetos, imagens e sons de origem provocam uma zona de turbulência onde a memória e a criação já não se diferenciam, mas se entrelaçam e criam um tecido fino. A memória dessa origem pode ser ora confortável ora conflituosa, mas certamente é a partir da recriação do passado que nos desmontamos e nos reconstruímos todos os dias como configurações provisórias e tomamos a cada amanhecer um novo lugar no mundo.

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Cálido Corpo Caleidoscópico - Grupo Exocorpus (2015)

  


Sinopse
O caleidoscópio é um objeto com pequenos fragmentos de vidro colorido que, ao se moverem, formam infinitas variações de imagens. Realizado a partir de exercícios de composição nos quais os
aprendizes foram mobilizados à investigar seu universo pessoal de criação, o trabalho retrata um ambiente caleidoscópico de  pesquisa, imaginação e experiência de mover-se.
A pergunta-chave "O que me move?" realizada constantemente aos bailarinos - criou espaço de acolhimento de suas potências, emoções, sentidos, lutas, tristezas, esperanças, sonhos!
Criou e recriou vivências, lugares e formas de se movimentar a partir de diferentes pontos de partida, de modo que cada aprendiz vivenciasse a experiência de ser um artista-criador.
O trabalho traz a público sentimentos e sensações reveladas e escondidas no nosso cotidiano de um cálido corpo caleidoscópico que se deixa ser observado.




Ficha Técnica
Direção: Cibele Ribeiro
Coreografia: Grupo Exocorpus
Elenco: Elenco: Bianca Leal, Célia Nantes, Christopher Patrick, Cícera Fran, Felipe Alves, Iara Medeiros, Jayne Souza, Lucélia Augusta, Mayara Bortolin, Nick Granado, Priscila Trindade, Renata Mendes 
Fotos: Rodrigo França
Desenho e Operação de Luz: Juliana Calligaris e Uelber Assis
Operação de Som: Cibele Ribeiro 
Cartaz digital: Ivana Cubas


Imatéria (2015)

  

Sinopse
“Imatéria” é um projeto de intervenções cênico-musicais que dialogam com espaços arquitetônico e paisagens naturais. As performances são inspiradas na geometria sagrada e derivam de uma noção cartográfica do encontro da dança com o espaço e a música construindo tempo, espaço e dimensões. Traz à tona um desejo de conexão com elos perdidos entre o moderno e o ancestral e dialoga com os estados mais profundos do ser.

Ficha Técnica

Concepção Artística e dança: Cibele Ribeiro
Músico e compositor: Phelipe Agnelli
Vídeo e fotos: Weynna Dória

Movimento Quantum (2012)


Performance: Cibele Ribeiro e Marcelo Bomfim

Um movimento se dilui através do tempo. E torna a se recompor. Tudo o que está vivo vibra. Escuridão. Tempos de morte, tempos de vida. Refazer. Refazer. Predispor. Sabedoria e consciência. Tremor. Explosão. O saber sabor da natureza. Sede de quê? Translúcida dúvida. Torturas. Tonterias. Som. Criação. Espaço. Energia. A música, os corpos e as emoções estão em constante movimento e transformação, assim como a percepção, os sentidos, o movimento das órbitas, a excitação do átomo e a vida. Desde os minúsculos seres até os planetas e estrelas... Todo o universo é Movimento Quantum.

Press Clipping:


Ao vivo: jogo coreográfico em rede (2011)





 




Performance e criação: Daniel Costa
Provocação/intervenção artística “Koans e fractais”: Cibele Ribeiro
Artes visuais: Tiago Bassani
Realização: Cia. Bonita - Coletivo de Dança

O bailarino Daniel Costa conectado com as bailarinas Cibele Ribeiro, Flor Murta e Roberta Casa Nova realiza improvisações e jogos coreográficos a partir de intervenções realizadas ao vivo, via internet, pelas bailarinas-propositoras.


Escafandros (2010)

 

Direção: Rosana Baptistella

Elenco: Ana Luisa Vasconcellos, Camila Bortolozo Cois, Carlos Oliveira, Cibele Ribeiro, Franciane de Paula, Joana Prieto, Nathália Furlan e Wellington Costa

Figurinos: Helô Cardoso

Trilha sonora e composições: Marco Scarassatti

Iluminação: Erika Cunha

Fotos: Suzana Barreto

Agradecimentos: Caio Sanfelici , João Francisco Diel de Oliveira e Neusa Aguiar

Realização: Cia. de Dança do Teatro de Tábuas

Profunda desde o ponto de partida, no desejo de falar sobre as loucuras e fobias cotidianas, a criação do espetáculo enveredou por odisseias, memórias e fobias que se revelam nos corpos em desequilíbrio, nos apoios e ausências de apoios, na relação com o outro e na solidão. Desejos múltiplos e variadas possibilidades de movimentos e formas se complementam e, amalgamadas, produzem um espetáculo único e atemporal.

Dissonâncias (2009)





Direção, criação e interpretação: Cibele Ribeiro
Trilha sonora e composições: Marcelo Bomfim

Realização: Núcleo Autônomo de Artistas

O que é a dança? Quem a cria? Quem dança?

O trabalho mescla diversas referências das artes contemporâneas para refletir sobre os limites da dança impostos sobre os corpos dos criadores.

Majestades (2008)



Concepção e direção: Alexandre Cruz e Cibele Ribeiro

Criação e interpretação: Tatiana Ângelo, Felipe Pereira, Marina Paula, Mateus de Oliveira e Natália de Godoy

Realização: Casa do Teatro

"Majestades" reinventa histórias da vida na África, da viagem de seu povo rumo ao Brasil e da escravidão. Recupera sentidos e símbolos afro-brasileiros através do movimento e da gestualidade. Quer tocar nossas origens e ancestralidade em busca de uma identidade.

Salão de Beleza (2008)





Ficha Técnica
Argumento: Arrigo Barnabé
Direção Geral: Verônica Fabrini
Performance "Deformação"  integrante do espetáculo "Salão de Beleza"
Direção Coreográfica: Ângela Nolf 
Cartografia de cena: Cibele Ribeiro
Concepção: Bruna Picazzio, Cibele Ribeiro, Lucas Delfino e Marina Matheus
Criadores-interpretes: Ana Maria Krein, Bruna Picazzio, Carolina Minozzi, Cibele Ribeiro, Isis Andreata, Lucas Delfino, Marina Matheus, Paula Telles

Sinopse

Nesse Salão de Beleza se reúnem mito e clichê, pequenos ritos, festa, farsa e poesia. Uma grande cena nascida da música, banhada e guiada pelo dionisíaco que celebra e denuncia a musa aprisionada pela beleza com b minúsculo. O músico e compositor Arrigo Barnabé propôs uma performance que refletisse sobre a obsessão contemporânea pela perfeição física, na qual música, teatro, dança e intervenções sonoras interagissem, proporcionando um ambiente criativo intenso. Integrante deste espetáculo, a performance "Deformação" reflete sobre os padrões de beleza impostos e surpreende trazendo à cena performers numa visão nada tradicional de beleza - ao mesmo tempo trágica e cômica.

Sensitivo (2008)




Criação e interpretação: Cibele Ribeiro

Intervenções Sonoras: Marcelo Bomfim e Marco Scarassatti

Realização: Núcleo Autônomo de Artistas

Fios que tecem a música tecem também a dança. Sensitivo é uma proposta de intervenção cênica na qual a dança e música se compõem no instante da cena, onde apenas o cenário foi previamente composto.

Orum ou os nove mundos paralelos (2008)




Ficha Técnica
Direção: Lara Rodrigues
Concepção, criação e interpretação: Cibele Ribeiro e Lucas Delfino

Sinopse: Deuses guerreiros, deuses humanos, homens guerreiros. Fragmentos da mitologia dos orixás Oiá e Xangô são livremente revisitados, dando corpo a uma história, materialidade a um corpo ancestral, demasiado humanos. Representações iorubá de força, determinação e coragem.


Terra (2007)

 
Direção, criação e interpretação: Cibele Ribeiro

Realização: Laboratório de Dança Contemporânea

Barro, chão, planeta. Memórias do todo. Fragmentos do mundo. "Terra" traz no gesto a gestação de si próprio - em busca das interações.

[SOBRE]VIVÊNCIAS (2006)




Ficha Técnica
Concepção e direção: Cibele Ribeiro
Criação e interpretação: Ira de Medeiros, Marcileide Lopes e Kanno Toyoko
Realização: Laboratório de Dança Contemporânea

Sinopse
O trabalho reflete sobre os diferentes percursos, discursos, origens, etnias, gerações, vivências. A multiplicidade em convivência e a sobrevivência no universo da arte.

"Busco um som que arranhe a alma, a minha e tua
Busco a luz que se funde com meus movimentos e latente
Me derrame em espaço.
Busco a busca que já me tira da inércia”

Sonhos (2006)



Ficha Técnica
Direção, criação e interpretação: Cibele Ribeiro
Realização: Laboratório da Dança Contemporânea

Sinopse
Os sonhos modelam e impregnam. Confundem e revelam. Completam e fazem sentir o vazio em nós. "Sonhos" foi livremente inspirado no filme homônimo do cineasta Akira Kurozawa.


O Porquê de se Fazer (2004)



Ficha Técnica
Concepção e direção: Cibele Ribeiro
Criação e Interpretação: Celso de Oliveira Filho, Samanta Teixeira e Simone de Oliveira
Realização: Laboratório de Dança Contemporânea

Sinopse
A cada passo um caminho
A cada dia o entrelace se mostra
A busca tece a forma
O estridente descompasso do cotidiano
Corre-corre do dia-a-dia
O movimento se fecha se enquadra
Mas o que há de guerreiro na alma
Busca incansável
A alegria de tecer o corpo
Fazer a dança
Recolher a si Estar com 
Sonho... Metade... Realidade... Som...

A Tempo (2001)




Ficha Técnica
Direção artística: Diane Ichimaru (Confraria da Dança)
Criação e interpretação: Andréa Moruzzi, Carolina Leopardi, Cássio Piotto, Cibele Ribeiro, Eduardo Néspoli, Flávia Ribeiro, Ivã Nascimento, Marco Lorena, Priscila Okino, Vanessa Tel, Viviane Brito

Realização: Confraria da Dança

Sinopse
A Tempo de se encontrar e compartilhar, os corpos se misturam fazendo com que o tempo se desmanche e se torne atemporal. Um ciclo se repete desordenadamente, as formas se desfazem, palavras são incompreendidas. E a busca da harmonia corre contra o tempo, a tempo de existir.

Querência (2000)



Ficha Técnica
Direção Artística: Diane Ichimaru (Confraria da Dança)
Criação e interpretação: Bia Evrard, Cássio Piotto, Cibele Ribeiro, Dora Mazzer, Egydio Mazzer Jr.,Gabriela Salvador, Malu Fernandes, Priscila Okino e Viviane de Brito
Realização: Confraria da Dança

Sinopse
Querência. Local de nascimento. Descoberta interior em busca de expansão. Paisagens bucólicas e caos urbanos. Sedução e conquista. Isolamento. Busca da origem.